SEMPRE

circulos

Sempre te chamo

no enternecimento das horas

quando o dia encontra a noite

e saem de braços dados

com a vida.


Sempre te amparo

no dilúvio dos sonhos

ao abrigo das chuvas

no aconchego da brisa

que ameniza as contradições.


Sempre

caminho contigo

no tempo de daqui a pouco

que não finda.

One Response to “SEMPRE”

  1. Ana Miranda Says:
    November 13th, 2009 at 18:03

    Maria Helena, cada vez que eu leio um poema seu, mas sinto admiração por você!!!
    A-DO-RO!!!!

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